📰 Polícia do RJ nega oficialmente que “Japinha do CV” esteja entre os mortos da megaoperação

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As autoridades da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro (PCERJ) divulgaram que o nome de Penélope, mais conhecida como “Japinha do CV”, não consta entre os mortos identificados durante a mais letal operação policial realizada nos Complexos do Alemão e da Penha.


📍 O contexto da ação

A operação, deflagrada em 28 de outubro de 2025, mobilizou cerca de 2.500 agentes das polícias civil e militar, com o objetivo de cumprir mais de 100 mandados em células da facção Comando Vermelho (CV).
O balanço oficial registrou 121 mortos, sendo quatro agentes de segurança — dois policiais civis e dois militares.


❓ Caso “Japinha do CV”

Penélope, apelidada de “Japinha do CV”, era apontada pela polícia como integrante de destaque da facção, atuando em “linha de frente”.
Vídeos e mensagens que circulam na internet a associavam ao confronto, com versão de que ela teria sido atingida por um tiro de fuzil no rosto.

No entanto, ao consultar a lista oficial dos mortos — com 115 nomes identificados até o momento — as autoridades verificaram que todos os corpos eram de homens, sem registro de mulheres entre os mortos. Não há confirmação de que os dois cadáveres ainda não identificados sejam de mulheres ou estejam relacionados ao caso.


📊 Implicações e repercussão

A ausência do nome de Japinha nesta lista oficial alimenta dúvidas:

  • Se ela realmente participou da operação, seu paradeiro permanece incerto;
  • Ou possa ter ocorrido erro de identificação, falha de comunicação ou tentativa de simulação de morte.

Organizações de direitos humanos e observadores acompanham o caso atentamente, questionando a transparência do processo de identificação e exigindo esclarecimento sobre quem eram todos os mortos e em que condições morreram.


📝 Situação atual

  • A polícia informou que todos os corpos identificados têm ficha criminal ou mandado de prisão em aberto.
  • Penélope não aparece entre esses nomes, e não há declaração oficial que confirme sua morte ou detenção.
  • As autoridades afirmam que as investigações permanecem em curso, com foco em localização de foragidos, verificação de mandados e perícias em locais de confronto.

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