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Um turista norte-americano está sendo investigado por suspeita de agressão contra sua namorada dentro do elevador de um prédio em Botafogo, na Zona Sul do Rio de Janeiro. O caso ocorreu em 26 de outubro e veio à tona após a divulgação de imagens que mostram os ataques cometidos pelo estrangeiro.
📹 Câmeras registraram a sequência de agressões
As câmeras internas do edifício flagraram o momento em que o homem, identificado como Eric Christian Díaz, desfere vários socos contra a mulher no interior do elevador. Nas imagens, ela tenta se proteger, mas é repetidamente atacada.
Moradores disseram ter ouvido gritos vindos do apartamento e correram para prestar ajuda. Um deles, médico, chegou a atender a vítima no momento do ocorrido. Testemunhas afirmam também que o agressor teria tentado se desfazer de provas, jogando toalhas e roupas manchadas de sangue pela janela.
Relatos indicam que essa não foi a primeira agressão: em um intervalo de 24 horas, a mulher teria sido atacada ao menos outras três vezes. Em um dos episódios, ela precisou levar 26 pontos na cabeça devido aos ferimentos.
👮 Prisão em flagrante e libertação posterior
O turista foi preso em flagrante no mesmo dia, acusado de lesão corporal no âmbito da Lei Maria da Penha. Como o caso envolve estrangeiros, ele foi encaminhado para a delegacia especializada.
Algumas semanas depois, porém, ele conseguiu liberdade provisória. Desde então, o processo segue sob segredo de justiça, o que impede a divulgação de detalhes sobre as próximas etapas da investigação.
⚠️ Reação de moradores e preocupação com hospedagens de temporada
A situação causou forte impacto entre os moradores do prédio, especialmente porque o casal estava hospedado em um imóvel alugado por plataforma de temporada.
O caso reacendeu debates sobre:
- a segurança de condomínios que recebem visitantes temporários;
- a fiscalização de locações de curto prazo;
- a vulnerabilidade de vítimas de violência doméstica em situações onde estão longe de suas redes de apoio.
📝 Próximos passos da investigação
Com a liberdade provisória concedida, o caso agora depende:
- do andamento das diligências policiais;
- da avaliação do Ministério Público sobre a apresentação de denúncia;
- do acompanhamento da vítima por serviços de proteção.
A previsão é que novos desdobramentos ocorram conforme avançarem os exames, depoimentos e laudos apresentados pelas autoridades.

