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Campos dos Goytacazes, RJ – 15 de setembro de 2025 – A situação na Creche Municipal Carlos Roberto Nunes de Carvalho, em Campos dos Goytacazes, gerou protestos e manifestações nesta semana. Mães de alunos e servidoras públicas foram às portas da unidade para denunciar uma série de problemas relacionados à gestão da escola e ao atendimento oferecido às crianças.
Entre as principais queixas, estão a transferência de auxiliares de turma sem justificativa clara, a sobrecarga de trabalho das funcionárias que permaneceram na unidade, além de acusações de autoritarismo por parte da direção. Segundo os pais, as mudanças repentinas estão impactando diretamente a rotina das crianças e comprometendo a qualidade do ensino.

Abaixo-assinado por soluções
Diante das dificuldades, mães de alunos organizaram um abaixo-assinado protocolado junto à Secretaria Municipal de Educação. No documento, pedem o retorno imediato das auxiliares de turma transferidas e medidas que assegurem melhores condições de trabalho às servidoras.
“O que a gente quer é respeito, qualidade no atendimento e soluções de verdade”, disse uma das mães, que participou do protesto.

Pressão sobre a Prefeitura
As manifestações aumentam a pressão sobre a gestão municipal. Os pais exigem um posicionamento do prefeito Wladimir Garotinho e da Secretaria de Educação, com medidas que garantam o bem-estar das crianças matriculadas.
Moradores destacam que o problema não é pontual e pode refletir falhas de gestão em outras unidades da rede municipal. Servidoras também relatam que a sobrecarga está afetando a saúde mental e a motivação de quem trabalha diariamente com as crianças.

O que diz a Prefeitura
Até o momento, não houve pronunciamento oficial da Prefeitura de Campos nem da Secretaria de Educação sobre o caso. O silêncio das autoridades tem aumentado a insatisfação dos pais e fortalecido o movimento em defesa de mudanças.
Próximos passos
Com o abaixo-assinado entregue, mães e responsáveis aguardam uma resposta da administração municipal nos próximos dias. Caso não haja retorno, não está descartada a possibilidade de novas mobilizações em frente à creche e na sede da Prefeitura.

